Às vezes penso que gostava de conhecer todas as pessoas do mundo, mais do que conhecer todos os países, por exemplo. Cada pessoa é um universo inteiro em que elas próprias são personagens principais, enorme e virgem, misterioso e fascinante, um universo inteiro que nasce e morre com elas. Já viram o que era poder ter acesso a todos esses universos? Mesmo que fosse só por um instante.
Deixo-vos com Jonathan Harris, num dos vídeos que mais me sensibilizaram nos últimos tempos. Nesse sentido em que me permitiu chegar a algumas dessas verdades para as quais não arranjo palavras.
Adorava conseguir manter um registo de tudo aquilo que se passa a minha volta. Mas nem consigo ter uma agenda com os compromissos para a semana...
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