Hoje denuncio mais um, as intermináveis filas de espera, simplesmente evitáveis com um pouco de bom senso, que pesam na hora de decidir sair de casa para cumprir o dever cívico/exercer o direito a muitos portugueses. Muitos há, ainda, que já nas filas de espera desistem ao fim de 20 minutos de eufórica conversa com os filhos menores ou com os eleitores que, por sorte, se "despacharam mais cedo".
Mas a ironia não fica por aqui. Se para votar necessitam muitos de nós de enfrentar o difícil teste da paciência, esse mostrengo para o Homem, que dirão os mais velhos, que pela sua natural debilidade física, como que se sentem num autêntico "play-off" para entrar na "sala da urna". E sim, são esses que mais esperam, e sim são esses que menos deveriam esperar, e sim, a solução passa por diminuir os intervalos dos numeros de eleitores em cada sala. E não, a culpa não é só do zé povo, e sim, a paciência foi a votos.



