(...) "a máscara - persona - dada aos homens no teatro da vida jurídica" (sobre a personalidade jurídica)
Cabral Moncada
Não há palavras suficientes para descrever a sensação que esta música me traz.
Mas, é mais ou menos isto de que falo quando me refiro ao "choro" próprio dos violinos...
De qualquer forma, deixo-a aqui...
(última música XD não quero tornar a sociedade de debates num repositório de músicas)
It's a mistery to me
we have a greed
with which we have agreed
You think you have to want
more than you need
until you have it all you won't be free
society, you're a crazy breed
I hope you're not lonely without me
When you want more than you have
you think you need
and when you think more than you want
your thoughts begin to bleed
I think I need to find a bigger place
'cos when you have more than you think
you need more space
society, you're a crazy breed
I hope you're not lonely without me
society, crazy and deep
I hope you're not lonely without me
there's those thinking more or less less is more
but if less is more how you're keeping score?
Means for every point you make
your level drops
kinda like its starting from the top
you can't do that...
society, you're a crazy breed
I hope you're not lonely without me
society, crazy and deep
I hope you're not lonely without me
society, have mercy on me
I hope you're not angry if I disagree
society, crazy and deep
I hope you're not lonely without me
Eddie Vedder, "Into the wild"* Como gostava de ter sido eu a escrever estes versos.... (é estranho)
Acusaram-me de soberba.
Fiquei triste.
Matutei, matutei, matutei,
logo me ri.
Eis que fundo o meu mundo
na sua plena imperfeição.
Fundo-o no Amor.
Aceito que desgostem dele
que não queiram habitá-lo.
Não o imponho a ninguém.
O meu mundo é de livre aceitação.
Só o percorre quem o aceita
e esse caminhante não está obrigado.
Pode desistir, pode refazer o seu caminho.
Trilha as paisagens que quiseres!
Não te prendo. Procusto não habita por aqui.
Eis que se avizinha a tomada de Posse do meu mundo.
As coisas só existem enquanto queridas por mim.
E só existem para os outros na mesma condição.
Acusem-me de soberba.
Não entenderás a fronteira.
A diferença de grau entre as planícies e montanhas
que nos separam...
* Para as "crianças" (mesmo as que não sabem ler) pois entendem...
Para os "adultos" que lêem e não entendem.
Lembro-me de ter falado do asco à imprensa de C. Baudelaire ao T. Ramalho..
Não descansei até encontrar o referido pensamento. Aqui fica!Aditamento: "Certa manhã, após tantos desesperos, uma irreprimível vontade de viver virá anunciar-nos que tudo acabou e que o sofrimento não possui mais sentido do que a felicidade." Camus