quinta-feira, 11 de junho de 2009

do meu mundo*

Acusaram-me de soberba.
Fiquei triste.
Matutei, matutei, matutei,
logo me ri.

Eis que fundo o meu mundo
na sua plena imperfeição.
Fundo-o no Amor.
Aceito que desgostem dele
que não queiram habitá-lo.
Não o imponho a ninguém.

O meu mundo é de livre aceitação.
Só o percorre quem o aceita
e esse caminhante não está obrigado.
Pode desistir, pode refazer o seu caminho.
Trilha as paisagens que quiseres!
Não te prendo. Procusto não habita por aqui.
Eis que se avizinha a tomada de Posse do meu mundo.
As coisas só existem enquanto queridas por mim.
E só existem para os outros na mesma condição.

Acusem-me de soberba.
Não entenderás a fronteira.
A diferença de grau entre as planícies e montanhas
que nos separam...


* Para as "crianças" (mesmo as que não sabem ler) pois entendem...
Para os "adultos" que lêem e não entendem.

1 comentário:

henrique maio disse...

não relacionem com as últimas discussões!!!

(achei por bem por acrescentar)

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